Para isso o autor parte da ideia de que as identidades modernas estão sendo fragmentadas e as pessoais acabam perdendo o "sentido de si", ocorrendo o deslocamento, a transformação do sujeito. Para chegar a uma opinião formada, o texto discute as "definições de identidade e o caráter da mudança na modernidade tardia" a partir de três conceitos diferentes de modernidade: o sujeito do Iluminismo, sujeito sociológico e sujeito pós-moderno.
O sujeito do Iluminismo tem como base a própria ideia Iluminista de um indivíduo centrado, unificado, prevalecendo a razão do sujeito. O sujeito sociológico tem como fundamento a complexidade do mundo moderno, ou seja, a identidade cultural do sujeito sociológico é formada na relação entre o sujeito e a sociedade. O sujeito pós-moderno pode possuir mais de uma identidade, ao contrário do sujeito do Iluminismo, onde a identidade cultural era formada na infância e mesmo ocorrendo um desenvolvimento durante a vida, ele permanecia o mesmo em sua essência.
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