Movido pelo desprezo de minha inspiração
Tocando meu instrumento, vendo televisão
O sol ardente lá fora, a criança jogando bola
Os amigos, aquele barzinho, o sol ardente lá fora
A vida é sempre a mesmice de quem tem casa e trabalho
Acorda às seis da manhã e volta às oito da noite
Sempre a mesma rotina, mas quanta melancolia
Enquanto isso lá fora o Mundo Cão se agita
O crime rolando solto nas várias esquinas da vida
O velho mendigo da praça pedindo pão para comer
O jovem bêbado sai pedindo dinheiro para beber
Enquanto isso na sala, movido pelo mesmo desprezo
Sentado no sofá, vendo televisão
Tento esquecer o tempo para acabar com o meu Mundo Cão.
Tocando meu instrumento, vendo televisão
O sol ardente lá fora, a criança jogando bola
Os amigos, aquele barzinho, o sol ardente lá fora
A vida é sempre a mesmice de quem tem casa e trabalho
Acorda às seis da manhã e volta às oito da noite
Sempre a mesma rotina, mas quanta melancolia
Enquanto isso lá fora o Mundo Cão se agita
O crime rolando solto nas várias esquinas da vida
O velho mendigo da praça pedindo pão para comer
O jovem bêbado sai pedindo dinheiro para beber
Enquanto isso na sala, movido pelo mesmo desprezo
Sentado no sofá, vendo televisão
Tento esquecer o tempo para acabar com o meu Mundo Cão.